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Summit | A Rua como Pulso Criativo

“A rua é nós” sempre foi um bordão do rapper Emicida, um dos mais celebrados do hip hop nacional. Há 10 anos, ele lançava a sua primeira mixtape, “Pra quem já mordeu um cachorro por comida até que eu cheguei longe...”. E após todo esse tempo de estrada, o seu irmão e sócio Evandro Fióti veio ao Rio2C - Rio Creative Conference 2019 falar aos espectadores e a Luiz Gustavo Pacete - editor do Meio e Mensagem e moderador - sobre tudo o que rua deu a eles. O painel "A Rua como Pulso Criativo" encerrou o Summit Rio2C by Meio & Mensagem 2019 no Teatro de Câmara, da Cidade das Artes.

A rua deu inspiração, deu criatividade, até porque é na rua que as pessoas estão, transitando em busca de oportunidades. A mesma rua que, também há 10 anos, proporcionou a ideia de criarem juntos a Lab Fantasma, hoje uma empresa de sucesso que trabalha com música, moda e promove a cocriação com marcas de sucesso como iFood, Rider, TNT, Red Bull, Nike, entre outras. Durante a apresentação, Fióti mostrou em primeira mão um clipe de Emicida para a campanha do Dia dos Namorados da Imaginarium deste ano.

“O rap, assim como a sociedade, evoluiu muito”, diz Fióti. “E a gente viu que se trabalhássemos o nosso branding a gente seria capaz de transformar vidas, se isso fosse feito com seriedade. Quando participamos da SPFW, levamos a diversidade e um discurso alinhado, de equilíbrio. As marcas estão influenciando as pessoas e transformando o mundo”. E é por isso até que ele mesmo diz que qualquer proposta de qualquer marca pode ser analisada pela Lab Fantasma.

O empresário, que assim como Emicida está na faixa dos 30 e poucos anos, acredita que na música temos que otimizar muito o dinheiro para dar certo e é isso o que procuram fazer. Construindo com um diálogo próximo a seus clientes, a Lab quer ocupar todos os espaços possíveis e estar no imaginário das pessoas. Até porque personalidades negras estão na educação, na economia, na moda. “A periferia pode ser muito mais e pode se espelhar em artistas como Mano Brown, Karol Konca e KondZilla, além do Emicida. É um movimento que não tem como evitar, a sociedade precisa evoluir e arte gera legado, ao contrário da política”, disse.

As mentes inquietas dos irmãos que, de novo, há 10 anos dividiam um cafofo e tinham que botar baldes debaixo das goteiras, se recusavam a ter um emprego típico dos trabalhadores da periferia, como ajudante de pedreiro, o que era o que a mãe deles queria o que fossem, com todo o respeito. E por não ouvirem os conselhos maternos, hoje temos um case de sucesso de uma marca que nasceu na rua e por causa dela chegou ao mainstream levando inclusão, diversidade e, principalmente, respeito pela periferia.

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